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Jornal Metro

O maior jornal diário do mundo

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A mulher que deixa a bengala de Dr. House a tremer...

O METRO esteve em Madrid com Lisa Edelstein, a dra. Cuddy da série "House". Aqui ficam todas as respostas da actriz durante a mesa redonda em que participámos com alguns jornalistas espanhóis e que foram usados no artigo publicado na edição de hoje.

 

 

Como se mantém motivada, ao fim de seis temporadas, para mostrar uma personagem tão interessante e importante para o programa?

Muito obrigada! A escrita é tão boa que me mantém a mim interessada! O meu patrão, David Shore, diz-me que a personagem nunca muda na série. O que acontece é que ela vai-se revelando. Então cada temporada que passa podemos ir explorando uma parte mais profunda da personagem. E isso é muito divertido.

 

Também ajuda os guionistas a escrever essas mudanças?

Não em termos de diálogos, a não ser de vez em quando. Mas dou algumas ideias que acho que podem ser importantes para a personagem. Umas vezes eles ouvem e aplicam. Outras vezes riem-se e pedem para sair da sala onde estão a escrever (ri-se).

 

Como explica o sucesso de House, para se manter durante seis temporadas no ar?

Acho que tem uma escrita muito boa e tem um protagonista principal muito bom, interpretado pelo Hugh. Depois trata de uma experiência humana que cruza todas as culturas. Todos nós gostaríamos de dizer aquelas coisas que ele diz. E também todos temos medo de morrer e quando vemos um homem assim, a resolver os problemas antes de isso acontecer, emociona as pessoas.

 

Acha que uma directora de hospital se pode vestir como se veste a dra. Cuddy?

Espero que sim. Se eu fosse directora de um hospital era assim que me vestia! Mas é um hospital fictício onde a forma do seu peito  é claramente muito importante para garantir o funcionamento correcto (risos).

 

Mantém uma relação amor-ódio com o House. O que acha que faz com que ela nunca tenha expulsado o House do hospital?

A química! Depois ela admira o seu brilhantismo. E há uma história deles os dois juntos, que os leva a fazer continuar juntos.

 

Como espectadora, como gostaria que acabasse este casal?

Gostava de ver um pouco mais de acção! (risos) Mas não sei se gostaria de vê-los "felizes para sempre". Não quero que se perca a tensão que existe entre os dois.

 

Acha que ele mostra atitudes machistas em relação à dra. Cuddy?

Acho que não. Ele gosta gosta é de levar as pessoas até ao limite. Acho que ele admira a Cuddy e aprecia o que ela faz, mas não é um machista.

 

Tem algum efeito secundário por interpretar o papel durante tantos anos? Já aprendeu alguma coisa de medicina?

Estou hipocondríaca! (risos) Eu adoro medicina e adoro fazer diagnósticos aos meus amigos. Sempre gostei! Agora tenho é mais vocabulário para usar.

 

Como é a relação pessoal com o Hugh Laurie?

É um homem inteligente, divertido, com um sentido de humor muito negro. Mas apoia muito os colegas.

 

Como é que se preparam para uma cena mais dramática?

Uma das coisas mais agradáveis de estar no programa há seis anos é que agora é muito mais fácil preparar as cenas e chegar ao conteúdo dramático da cena. Mas é muito cansativo e não se consegue carregar esse peso permanentemente. Ainda assim são experiências incríveis e é uma das melhores coisas de participar na série. Depois temos sempre, em cada episódio, actores convidados que são geniais, que têm feito trabalhos extraordinários em apenas dez dias de filmagens. Impressionam-me sempre.

 

Como estão as audiências? E o que pensa fazer quando terminar?

O ano passado fomos o programa mais visto de todo o planeta! Acho que o programa vai aguentar-se enquanto não sentirmos uma exaustão muito grande, enquanto o Hugh conseguir filmar 15 horas por dia e enquanto o David Shore consegue contar uma história e mantê-la interessante. Quanto ao meu futuro, ando a ver histórias e ideias. Quero ter mais controlo do meu próprio futuro. Os actores e as actrizes passam muito tempo à espera que nos dêem trabalho. O que eu quero é criar trabalhos.

 

Acha que também vai realizar um episódio, como fez o Hugh Laurie?

Nunca tinha pensado nisso. Mas agora já estou a ponderar.

 

Qual foi o melhor piropo que a Cuddy recebeu do House? E qual é o pior momento?

O pior é o final da quinta temporada, quando ele anuncia ao hospital que dormiu com a minha personagem, a Lisa Cuddy. O elogio: quando ela perdeu um bebé que ia adoptar, ele deu-lhe um beijo muito apaixonado. Isso é melhor que qualquer piropo.

 

Depois de seis anos, como é que se sente na personagem? Está confortável ou ainda se tenta superar?

Não posso estar confortável, porque o guião é diferente todos os episódios. No teatro isso é muito mais difícil, porque fazemos sempre a mesma obra todos os dias. Mas aqui todas as semanas são diferentes.

 

Como é que a chegada do Lucas altera a relação do House com a Cuddy?

Quando o House foi para o hospital psiquiátrico ele passou por uma grande mudança. Mas a Cuddy também, porque ela agora tem uma criança e precisa de mais consistência na sua vida. No papel, o Lucas representa muitas coisas que uma mulher quer num homem: além da consistência, é doce, ajuda-a com a criança e acho que muitas vezes têm sexo bastante agradável (ri-se). E ela pode confiar nele. Mas às vezes o que é bom no papel não quer dizer que vai funcionar, porque nada se pode comparar com a história e a química que ela tem com o House. Ela gostaria que funcionasse com o Lucas, mas acho que não vai funcionar.

 

É mais famosa pelas série de televisão do que pelo cinema. O futuro pode incluir mais filmes ou televisão?

Já fiz alguns filmes, mas eu quero mesmo é participar em projectos que sejam bons. Tive oportunidade de participar em séries espectacular e fiz alguns filmes bastante decentes, outros que foram uma decepção. Mas acho que a televisão é mais fácil de prever e produzir, desde o guião ao produto final. Em televisão, quando se recebe o guião, tem-se um período muito curto até que aquele material se torne num programa, enquanto no filme recebemos um guião e dois anos depois vê-se um filme que pode ser completamente diferente do que pensávamos. A mim só me preocupa que seja algo que goste.

 

Que séries gosta de ver na televisão?

"Mad Men", mas ultimamente tenho tido pouco tempo para ver televisão.

 

E o que acha de "Perdidos"?

Gosto! Mas acho que os "Perdidos" ficaram um pouco perdidos. Ainda assim estou muito curiosa para ver como é que a série vai acabar. Deixei a gravar em casa e agora tenho é medo de ler alguma coisa que me estrague a surpresa!

 

 

Veja um dos momentos mais comentados de Lisa Edelstein na série. Ainda tem dúvidas que é ela que lhe deixa a bengala a tremer?

"The Pacific": A nova série de Steven Spielberg e Tom Hanks

 

Estreia terça-feira, no AXN (23h20), a nova série de Tom Hanks e Steven Spielberg, "The Pacific". Depois de terem feito "Band Of Brothers", que retrata batalhas da II Guerra Mundial na Europa, a dupla volta a juntar-se para mostrar estórias do conflito desta vez na zona do Pacífico, entre os EUA e o Japão. Esta é a mini-série mais cara de sempre.

 

 

 

 

 

O METRO tem uma entrevista exclusiva com o actor Jon Seda, que faz o papel de John Basilone. Na edição de terça-feira.

Sarah Palin ataca Family Guy

A antiga governadora do Alasca e ex-candidata à vice-presidência da Casa Branca Sarah Palin mostrou-se revoltada com o episódio da série Family Guy transmitido nos EUA no passado domingo. Tudo porque o filho de Peter Griffin, Chris, estava apaixonado por uma rapariga com síndrome de Down. A jovem rapariga dizia que "o pai era contabilista e a mãe era antiga governadora do Alasca".

 

Na sua página do Facebook, Sarah Palin, que tem um filho com síndrome de Down, Trig,  publicou o seu comentário e também o da sua irmã: "Mostraram que são uns estúpidos sem coração", escreveu Bristol.

 

Aqui fica um momento do episódio, em que o bebé Stewie ajuda Chris a preparar-se para o encontro:

 

 

"24" vai ser filme

A série que há vários anos nos mostra o detective Jack Bauer (actor Kiefer Sutherland) poderá conhecer, em breve, uma versão para cinema. A Fox já contratou um guionista para começar a passar a série "24" para filme.

 

o guionista e realizador Billy Ray ("Shattered Glass") foi o escolhido para preparar os diálogos e a história da longa metragem. Mas para já é tudo provisório, não havendo ainda datas para lançamento do filme.

"Who Dat"? Super Bowl bate recorde de audiência!

 A final do Super Bowl (campeonato de futebol norte-americano) transmitida no passado domingo bateu o anterior recorde de audiências. O título pertencia ao último episódio da série M.A.S.H. - recorde conseguido há quase mais de três décadas - com 105.97 milhões de telespectadores.

 

O jogo de domingo, em Miami, entre os Saints, de Nova Orleães, e os Colts de Indianápolis (venceram os homens de New Orleans por 31-17) foi televisionado por 106.5 milhões de pares de olhos!

 

Alguns motivos que podem ter ajudado:

- O mau-tempo que assola a Costa Este dos EUA obriga muita gente a ficar em casa

- O factor Katrina: muita gente curiosa para ver a reacção da equipa de Nova Orleães caso vencesse, o que veio a acontecer

- Enorme publicidade da CBS ao jogo

- Claro, o factor jogo: muitas estrelas em campo, como aquele que é considerado o maior quarter-back da história, Peyton Manning; ou Reggie Bush que namora com a estrela da televisão Kim Kardashian.

 


 

Dave Grohl no SNL - hilariante, como sempre

No último programa de Saturday Night Live (apresentado por Ashton Kutcher), os convidados musicais foram os "Them Crooked Vultures", o super-grupo que junta Dave Grohl, Josh Homme e John Paul Jones. Mas a participação do grupo não se ficou por aqui. Aqui fica mais uma demonstração do bom humor do baterista Dave Grohl.

 

 

 

CoCo já fala com a FOX...

Depois da saída da NBC, o patrão mais cool do mundo - sim, e fiquem sabendo que Conan O'Brien paga do seu próprio bolso aos funcionários do The Tonight Show que não conseguiram negociar com a NBC depois do fim do programa - o ruivo já estará em negociações com a FOX para continuar a mostrar o seu talento na televisão nacional.

 

Rupert Murdoch, da FOX Network, disse ao site The Hollywood Reporter que "tem havido umas conversas" com O'Brien, "mas não são negociações". "Se os responsáveis pela programação nos mostrarem que conseguimos fazer lucro [com a contratação de Conan] fazemos isso num ápice", garantiu.