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Ibiza 2010 - Reportagem - Diário de Ibiza

Mais de 30 horas de viagem. Maratona de autocarro. "Tá cheeeeeeio", gritava alguém apontando para um copo e impedindo que alguém dormisse, naquela viatura. Houve quem desejasse deixar esse miúdo numa das estações de serviço. Eu fui uma dessas pessoas. Após quase um dia de autocarro, finalmente oito horas de cruzeiro entre Barcelona e Ibiza, em que foi possível dormir. Um camarote à minha espera. E a chegada a Ibiza na manhã seguinte.

 

 

Depois de horas à espera de um autocarro para o hotel. A chegada compensou. O hotel reservado pela Total Fun era óptimo. Um 4 estrelas no Sirenis Hotel Seaview Country Club.

 

 

 

 

E finalmente energia recuperada para uma tarde de festa na piscina. Aulas de dança e um workshop de cocktails. Vejam o vídeo no Facebook. E aprendam um pouco sobre Flair. É educativo. ;)

 

 

À noite as festas da espuma no Éden compensaram (ver foto). Os autocarros de regresso ao resort eram invadidos por um misto de álcool e alegria. "Homem que é homem, dá quatro voltas à rotunda", gritavam. O motorista, português do Alentejo, recebia os pedidos com boa disposição. Contava anedotas e cantava, para diversão dos jovens alcoolizados.

 

 

Crédito: Mário Afonso/Total Fun
Crédito: Mário Afonso/Total Fun

 

 

 

Após cada noite de diversão, cada manhã exibia uma piscina fantasma. Nada, além de sol, e silêncio (ver Vídeo no Facebook). E umas massgens para descontrair e relaxar do peso das noites, ou do álcool. Pelo meio, actividades de futebol, paintball, bike tour, e até um Miss e Mister Ibiza.

 

No terceiro dia a festa no Pacha (ver foto). Discoteca mítica de Ibiza. Surpresa das surpresas, e porque o estabelecimento quis respeitar regras, não houve álcool para ninguém. "Foram as seis horas mais saudáveis que tive em Ibiza", ouvia-se no autocarro de regresso à Baía de Santo António, onde a festa continuou, agora com álcool.

 

Crédito: Mário Afonso/Total Fun
Crédito: Mário Afonso/Total Fun

 

A última noite no hotel, foi a noite da loucura, a fazer lembrar Lloret. E a justificar o porquê de os portugueses já terem sido expulsos de vários hotéis e destinos. Uma noite em claro, devido a check out marcado para muito cedo, motivou o vandalismo. Um grupo destruiu um corredor inteiro. Roubaram extintores, partiram placas, maçanetas da porta, números do quarto. Era um cenário de destruição. Seguranças e organização tiveram uma noite incansável, a tentar reduzir conflitos. O grupo foi expulso do hotel. O dia amanheceu calmo. Era hora de regressar a Portugal. Mais 20 horas de viagem. Essas sim, a permitir umas boas horas de sono. Trocam-se e-mails, telemóveis, e recordam-se frases chave. O que acontece em Ibiza, fica em Ibiza.

 

 

O METRO viajou a convite da Total Fun